POSSE DO CONSELHO FISCAL DA CREDCREA

O Conselho Fiscal da CREDCREA foi empossado no dia 17/08/2015 na Sede Administrativa em Florianópolis. O Engenheiro Florestal Reginaldo Rocha Filho - Bikudo atual Diretor de Eventos da ACEF era o Secretário do Conselho Fiscal, Bikudo deixa o Conselho Fiscal após três anos de atividades.

O Conselho Fiscal é revovado a cada três anos e este ano teve 50% de seus membros renovado, com Eleição ocorrida na Assembéia Geral da CREDCREA. Todos os Conselheiros são eleitos pelos seus cooperados, e qualquer cooperado pode se candidatar, todavia o mesmo deverá ter seu nome homologado pelo Banco Central, para após aprovação pela Assembléia Geral, que é o órgão soberano da CREDCREA.

Permanecem no Conselho Fiscal o Engenheiro Civil Américo Pescador, Engenheiro Mecânico José de Miranda Ramos Filho e Engenheiro Civil Willy Milanese Sonego, entram os Conselheiros Engenheiro Civil Edson Ebert Junior, Engenheiro Civil José Jacques Zeitoune e Engenheiro Sanitarista e Ambiental Mauro Luiz Lucas.

Foram eleitos como Coordenador e Secretário do Cosnelho Fiscal os Engenheiros Miranda e Edson, respectivamente.


DA MISSÃO

O Conselho Fiscal tem como missão exercer o controle da legitimidade das contas e da gestão dos administradores, o que consiste em verificar se as deliberações do Conselho de Administração e os atos de gestão da Cooperativa Filiada estão em consonância com a lei, com o Estatuto Social, Regimento Interno e com as normas internas do Sistema CECRED, e ainda, se dão cumprimento às deliberações da Assembleia Geral. Deve considerar também, o mérito dos negócios, de modo a verificar se estão em conformidade com o objetivo social e os fins próprios da Cooperativa Filiada.

DAS COMPETÊNCIAS

Compete ao Conselho Fiscal, além das atribuições previstas em Lei e no Estatuto Social, observado o detalhamento previsto no Regimento Interno e demais normativos da Cooperativa Filiada:

I – exercer assídua e minuciosa fiscalização e vigilância sobre o patrimônio, sobre as operações com associados, atividades e serviços da Cooperativa, inclusive sobre operações de crédito, depósitos, documentos contábeis, serviços e quaisquer outras atividades e interesses da Cooperativa, investigando fatos, colhendo informações examinando livros e documentos. Cabe-lhe, também, fazer inquéritos de qualquer natureza, devendo examinar por amostragem, a seu critério, se as operações de crédito foram concedidas segundo as normas estabelecidas pelo Conselho de Administração, bem como se existem garantias suficientes para segurança das operações realizadas e verificar se foram tomadas as providências cabíveis para a liquidação de eventuais débitos dos associados em atraso;

II – controlar assiduamente a movimentação financeira, as disponibilidades de recursos, as despesas, os investimentos e a regularidade de sua efetivação, bem como os valores e documentos sob custódia;

III – avaliar a política de operações de crédito e exercer o monitoramento sobre sua concessão;

IV – examinar balancetes, balanços e contas que o acompanham, bem como o cumprimento das normas sobre as atividades sociais e interesses da Cooperativa, apresentando parecer à Assembleia Geral, podendo assessorar-se de profissionais externos e ainda do Contador da Cooperativa, de auditores externos ou ainda solicitar apoio da Cooperativa Central, sempre que a importância ou complexidade das tarefas o recomendar;

V – tomar conhecimento dos relatórios de auditoria interna produzidos pelos auditores da Cooperativa Central e pela auditoria independente, contribuindo com o trabalho desses profissionais e cobrando firmemente, da administração, as correções cuja necessidade for indicada nos documentos;

VI – averiguar o cumprimento, pela administração da Cooperativa, das disposições do Estatuto Social e dos Regimentos Internos da Cooperativa e da Cooperativa Central;

VII – os demais normativos oficiais e os definidos, pelo conjunto das cooperativas, no âmbito da Cooperativa Central, bem como as deliberações da Assembleia Geral e do Conselho de Administração da Cooperativa;

VIII – relatar ao Conselho de Administração as conclusões de seus trabalhos, destinando, comprovada e prontamente a todos os membros desse Colegiado, o teor da ata de cada reunião, com a devida advertência sobre as irregularidades constatadas e, na ausência de providências por parte deste, denunciar o quadro, oportunamente, à Assembleia Geral e à Cooperativa Central, e ainda, convocar a Assembleia Geral se ocorrerem motivos graves e urgentes.

IX – verificar in loco:
Controle da movimentação financeira, Caixa e Tesouraria;
Operações com associados;
Controle dos valores e documentação sob custódia;
Avaliação da política de Captação e de Crédito;
Confirmação da regularidade do funcionamento do Conselho de Administração.


DOS DEVERES

- Os membros efetivos do Conselho Fiscal são solidariamente responsáveis, a qualquer tempo, salvo prescrição extintiva, inclusive em relação aos prejuízos decorrentes, pelos atos que tiverem praticado e fatos irregulares da administração da Cooperativa, cuja prática decorra de sua comprovada omissão, displicência, falta de acuidade, de pronta advertência ao Conselho de Administração e, na inércia ou renitência deste, de oportuna denúncia à Assembleia Geral, equiparando-se aos administradores das sociedades anônimas para os efeitos de responsabilidade criminal.

- A Cooperativa, através de seus órgãos sociais, em conjunto ou isoladamente, desde já aqui autorizados, tomará prontamente as medidas cabíveis, inclusive no âmbito judicial, para promover a responsabilização dos Conselheiros pelos prejuízos causados na forma do Estatuto Social.

- A responsabilidade solidária dos Conselheiros se circunscreve ao montante dos prejuízos causados, decorrentes de seus atos.


Após redigir e ler a Ata de posse dos novos Conselheiros Fiscais da CREDCREA o Engenheiro Florestal Reginaldo Bikudo se despidiu, desejando sucesso aos membros do Conselho Fiscal.




 
voltar